A importância da iluminação de acordo com a Neuroarquitetura
- Karine Corso

- 22 de ago.
- 1 min de leitura
A iluminação é um dos elementos mais poderosos na arquitetura de interiores. Mais do que destacar móveis e cores, ela influencia diretamente nosso humor, nossa produtividade e até a qualidade do sono. É aqui que entra a neuroarquitetura, ciência que estuda como o ambiente impacta nosso cérebro e nossas emoções.
Como a iluminação afeta nossas emoções?
A luz regula o ritmo circadiano, responsável pelo ciclo de sono e vigília. Ambientes muito escuros podem gerar sonolência e desânimo, enquanto luzes intensas e frias em excesso podem causar ansiedade e dificultar o relaxamento.
Iluminação em cada ambiente da casa
Sala de estar: deve ter luzes aconchegantes, preferencialmente quentes, para estimular o relaxamento e a socialização.

Cozinha: precisa de iluminação clara e funcional, permitindo concentração e segurança nas tarefas.

Quartos: a luz deve ser suave, evitando estímulos intensos que atrapalham o sono. Luminárias de cabeceira e dimmers ajudam a criar um clima relaxante.

Home office: iluminação natural é a ideal. Quando não for possível, invista em luzes brancas neutras, que favorecem a concentração sem cansar os olhos.

O equilíbrio perfeito
A neuroarquitetura defende que a casa deve ser pensada como extensão do bem-estar. Investir em iluminação correta significa mais do que estética: é garantir saúde, produtividade e qualidade de vida dentro de casa.
Quer transformar sua casa em um espaço que favorece bem-estar, equilíbrio e conforto?
Entre em contato e vamos planejar juntos um projeto que une beleza e neurociência aplicada à arquitetura.

Comentários